FPF define locais das partidas da última rodada da Primeira Fase do Estadual
Rebeca Siqueira • 30 de janeiro de 2026
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Taça do Campeonato Pernambucano 2026 - Foto: Rafael Vieira/FPF
FolhaPE
A primeira fase do Campeonato Pernambucano já está bem perto da conclusão. No próximo sábado (31), a partir das 16h30, quatro jogos simultâneos definem os classificados ao mata-mata e o time rebaixado.
Ainda nesta quinta-feira (29), a Federação Pernambucana de Futebol (FPF-PE) informou a alteração na tabela da sétima e última rodada. Lembrando que a Arena de Pernambuco estará recebendo um grande evento religioso no final de semana.
Confira a tabela da sétima rodada:
Sport x Santa Cruz - Ilha do Retiro/Recife
Retrô x Decisão - Aflitos/Recife
Vitória x Náutico - Arthur Tavares/Bonito
Jaguar x Maguary - José Dionísio/Goiana

Garoto morreu depois de ser mordido por tubarão em praia de Olinda - Foto: Ricardo Fernandes/Folha de Pernambuco FolhaPE Um banhista morreu nesta quinta-feira (29), após ser mordido por um tubarão na praia de Del Chifre, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. Na área de areia, havia uma placa de alerta para incidentes com tubarões . Entrar no canal Sem identidade divulgada, o adolescente foi socorrido para o Hospital Tricentenário, em Bairro Novo, também em Olinda. Ele foi mordido na coxa da perna direita enquanto mergulhava com outros colegas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Olinda (Samu) confirmou que, por volta das 14h21 desta quinta-feira (29), foi acionado para socorrer a vítima. Mas o garoto foi removido do local antes da chegada da equipe. Segundo o médico que realizou o atendimento, Levy Dalton, o menino chegou à unidade já sem vida, mas a equipe do hospital ainda realizou o protocolo de Suporte Avançado de Vida para tentar reanimá-lo. "Ele tinha uma lesão bastante extensa na coxa direita, um local de artérias que ligam o membro inferior. Como a lesão foi bastante extensa, provavelmente ele perdeu bastante sangue. Esse foi o quadro que o levou ao estado de óbito. Ele já chegou aqui na unidade sem vida. Toda equipe estava a postos, mas infelizmente a gente não conseguiu reanimá-lo", explicou. Segundo o profissional de saúde, quando o adolescente chegou ao hospital, ele estava em parada cardiorrespiratória. O atendimento de saúde realizado, com uso de medicamentos, manobras de compressões toráxicas e demais procedimentosm, não foi capaz de salvar a vida do menino. "A equipe do hospital deixa aqui nossas condolências à família, aos amigos, mas infelizmente a gente não conseguiu fazer muito por ele", lamentou o médico. Amiga da família, Maria do Bomparto lamentou o ocorrido e cobrou segurança para evitar novos ataques. No local, tem uma placa de alerta para ataques de tubarões. Um salva-vida chegou à praia durante a presença da reportagem. “Pedimos a segurança da comunidade. É um sofrimento quando tem esses ataques de tubarões. Conheço o menino desde pequeno, ele é amigo dos meus filhos e agora acontece isso. Falta um pouco de atenção, olhar mais para a praia, uma equipe de salva-vidas. Quem teve que fazer o socorro foi a própria comunidade”, lamentou. O Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarão (Cemit) informou que ainda não foi identificado o animal marinho que causou o ferimento no adolescente, mas que a possibilidade maior é de que tenha sido um tubarão. Representantes do Governo do Estado estiveram no Hospital Tricentenário, em Olinda, para prestar apoio à família do adolescente e coletar mais informações sobre o caso. Incidentes com tubarão em Pernambuco Com o caso ocorrido nesta quinta-feira, em Olinda, Pernambuco registra um total de 82 incidentes com tubarão, sendo 68 registrados na Região Metropolitana do Recife (RMR) e 14 em Fernando de Noronha. Os dados são do Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit). O ataque mais recente tinha sido no dia 9 de janeiro, em Fernando de Noronha. A turista Dayane Dalezen, de 36 anos, foi mordida na perna por um tubarão-lixa , mas sobreviveu. No início deste mês, por meio de edital do programa Cientista Arretado, Pernambuco indicou que pretende retomar os trabalhos de monitoramento de tubarões nas praias da RMR, após um hiato de 11 anos. Coordenado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha (Semas), o conjunto de ações representa um investimento de cerca de R$ 5,5 milhões entre 2023 e 2026. Sinalização A sinalização de áreas sujeitas a incidentes com tubarão no litoral de Pernambuco percorrem aproximadamente 36 quilômetros de praias. Segundo o Cemit, estão instaladas 150 placas de sinalização sobre área sujeita a incidentes com tubarão no litoral do estado, das quais 13 estão localizadas em Olinda. Em Del Chifre, praia onde aconteceu o incidente desta quinta-feira, estavam localizadas 4 placas de sinalização. Além das placas de aviso, o Cemit informou que a área é monitorada desde a década de 1990 e está sob o Decreto Estadual 21.402/99 com a finalidade de estabelecer interdição para práticas de atividades náuticas pelo seu alto risco de incidentes. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha informou que tem uma série de ações voltadas à educação ambiental, pesquisa e monitoramento de incidentes com tubarões em andamento, num investimento de mais de R$ 5 milhões. Dentre eles, a retomada do edital de monitoramento de tubarões, com microchipagem, na Região Metropolitana, após 11 anos. De acordo com o Cemit, o banho de mar deve ser evitado nas seguintes condições: Em áreas sinalizadas com placas e bandeirolas de risco de incidentes com tubarões; Em locais sem recifes de proteção, sem formação de piscinas naturais; Durante marés altas, principalmente à tarde e de madrugada; No início da manhã ou final da tarde, horários de maior atividade dos tubarões; Se estiver com sangramentos ou ferimentos, que podem atrair os animais; Durante ou logo após chuvas, devido à maior turbidez da água; Em áreas próximas à foz de rios, onde há alta concentração de matéria orgânica; Se tiver ingerido bebida alcoólica; Se estiver sozinho(a) no mar; Se estiver usando objetos brilhantes ou coloridos, que atraem a atenção dos animais.

A família de Camila Nogueira, 38, entrou com representação no Cremepe pedindo a cassação do CRM de três médicas (Foto: Cortesia) Diário de PE Familiares da consultora de imagem Camila Nogueira, de 38 anos, denunciam suposto erro médico após a paciente ser submetida a uma cirurgia tida como de “baixo risco” e sofrer complicações. Ela está em estado vegetativo desde então. O procedimento aconteceu em um hospital do Recife em agosto de 2025. A família de Camila entrou com representação no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco ( Cremepe ) em dezembro, pedindo o afastamento e a cassação do registro profissional de três médicas envolvidas no caso. As cirurgiãs negam que tenham responsabilidade sobre o estado da paciente. Segundo o advogado Paulo Maia, um dos representantes de Camila, ela deu entrada no Hospital Esperança, no Centro do Recife, para realizar uma cirurgia de retirada da vesícula e correção de hérnia. A mulher estava saudável e não tinha histórico de doenças pré-existentes, de acordo com ele. Apesar do prognóstico favorável, Camila teria sofrido uma parada cardiorrespiratória e “danos cerebrais irreversíveis” durante o procedimento, segundo o advogado. Desde então, está com quadro de consciência mínima, sem autonomia e acamada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. “Ela não interage nem se comunica com o meio. Está traqueostomizada e com sonda urinária. Ela apresenta deformidades nos membros inferiores e superiores, além da cervical”, relata Maia ao Diario de Pernambuco . Cirurgia Para o advogado, a situação de Camila seria resultado de “negligência” e "falha grosseira" da equipe médica, composta pela anestesista Mariana Parahyba e pelas cirurgiãs Clarissa Guedes e Danielle Teti. Procurada, a advogada da anestesista preferiu não se pronunciar. Já a defesa das cirurgiãs alega que “inexiste nexo de causalidade entre suas atuações e o dano gerado à paciente”. Segundo Maia, a cirurgia estava marcada para o início da manhã, mas, como sofreu atraso, Mariana substituiu a anestesista originalmente escalada. Ela teria deixado de fazer a anamnese (entrevista prévia com a paciente) e só preenchido a ficha pré-anestésica de Camila durante a cirurgia, de acordo com o advogado da paciente. “Desde o início da operação, os dados do monitor mostraram que a Camila não estava respirando bem”, diz Maia. Na representação ao Cremepe, os advogados de Camila afirmam que ela apresentava sinais de apneia (paradas repetidas de respiração), mas “os alarmes foram ignorados pela cirurgiã e pela anestesista, por período superior a 1 minuto e 42 segundos, sem qualquer registro de intervenção adequada”. Camila teria permanecido em “sofrimento respiratório” por 15 minutos, de acordo com o relato. Às 11h16, ela teria sofrido uma parada cardíaca que seria “reconhecida clinicamente pela equipe aproximadamente às 11h18, ou seja, quase dois minutos após o registro eletrônico”, segundo a representação. “No prontuário diz que quem viu que Camila estava em parada foi a cirurgiã (Clarissa). Ela diz que chamou a atenção da anestesista, que quando viu que a paciente entrou em parada, ela ficou atônita, sem saber o que fazer”, afirma Maia. Consta na representação que Camila foi reanimada às 11h33 com sequelas neurológicas permanentes. “Essa sequência de falhas levou à instalação de encefalopatia hipóxico-isquêmica (lesão cerebral por falta de oxigênio) grave e irreversível em paciente jovem, previamente hígida”, diz trecho. Representação Ao Cremepe, os advogados da família de Camila solicitam, inicialmente, o afastamento imediato total ou parcial do exercício da medicina das envolvidas. A representação aponta graus de responsabilidades diferentes para as três médicas. Para os representantes de Camila, a cirurgiã-chefe Clarissa Guedes, por ser a “garantidora da segurança global da paciente”, deveria responder por “atuação omissiva e comissiva como líder da equipe”. Já a anestesista Mariana Parahyba é acusada na representação de ter agido “com erro grosseiro, caracterizado por negligência, imprudência e imperícia, cujo resultado danoso era absolutamente previsível”. No documento, os advogados afirmam que ela teria registrado “valores incorretos” na ficha anestésica, ao serem comparados com os dados do monitor multiparamétrico. A anestesia também teria dito à família de Camila que aplicou atropina, um medicamento para tratamento de bradicardia grave, quando o coração está muito lento. “No próprio prontuário não tem qualquer documentação comprovando que essa medicação foi aplicada. Ela sabe que se a atropina tivesse sido aplicada, talvez, o quadro de Camila fosse outro”, afirma Maia. Por sua vez, a cirurgiã-auxiliar Danielle Teti é acusada de “omissão cúmplice”. Para os representantes da paciente, a médica teria sido negligente ao “manter-se passiva diante de sucessivos alarmes críticos e evidente instalação de cenário de emergência”. Defesas Por meio de nota, a defesa das médicas Clarissa Guedes e Danielle Teti afirma “categoricamente, que, no caso da paciente Camila Nogueira, inexiste nexo de causalidade entre suas atuações e o dano gerado à paciente”. Elas também manifestaram seu respeito e solidariedade à paciente e aos familiares diante do ocorrido. Além disso, a defesa das profissionais solicitou que dados pessoais não fossem divulgados. “A fim de prevenir danos injustos e irreparáveis à reputação profissional decorrentes de interpretações equivocadas sobre a autoria da intercorrência”, finaliza a nota. Já a advogada Sara Moura, que representa a anestesista Mariana Parahyba informou, por meio de nota, que optou por não apresentar manifestação no momento “após um alinhamento entre a assessoria jurídica”. Também por nota, o Hospital Esperança declarou que “prestou todo suporte necessário assim que tomou conhecimento da intercorrência”. “O hospital reafirma seu compromisso permanente com a qualidade assistencial, a ética, a transparência e, sobretudo, com a segurança de seus pacientes”, afirma. Já o Cremepe informou que denúncias recebidas e sindicâncias instauradas correm em sigilo processual para não comprometer a investigação. Veja as notas na íntegra Clarissa Guedes “A Dra. Clarissa Guedes Noronha, médica cirurgiã com vasta experiência em cirurgias do aparelho digestivo, afirma categoricamente, que no caso da paciente Camila Nogueira, inexiste nexo de causalidade entre a sua atuação e o dano gerado a paciente. A médica Clarissa reitera o seu profundo respeito e solidariedade à paciente e seus familiares, assim como requer a não divulgação dos seus dados pessoais e atribuições de responsabilidades, a fim de prevenir danos injustos e irreparáveis à reputação profissional decorrentes de interpretações equivocadas sobre a autoria da intercorrência” Danielle Teti “A Dra. Danielle Teti, médica cirurgiã com vasta experiência em cirurgias do aparelho digestivo, afirma categoricamente, que no caso da paciente Camila Nogueira, inexiste nexo de causalidade entre a sua atuação e o dano gerado a paciente. A médica Danielle reitera o seu profundo respeito e solidariedade à paciente e seus familiares, assim como requer a não divulgação dos seus dados pessoais e atribuições de responsabilidades, a fim de prevenir danos injustos e irreparáveis à reputação profissional decorrentes de interpretações equivocadas sobre a autoria da intercorrência.” Mariana Parahyba “Após um alinhamento entre a assessoria jurídica, optamos por não apresentar manifestação no momento. Obrigada pela compreensão.” Hospital Esperança “A paciente teve uma complicação cirúrgica enquanto estava aos cuidados da equipe escolhida por ela. O Hospital Esperança prestou todo suporte necessário assim que tomou conhecimento da intercorrência. O hospital reafirma seu compromisso permanente com a qualidade assistencial, a ética, a transparência e, sobretudo, com a segurança de seus pacientes.” Cremepe “O Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (Cremepe) informa que todas as denúncias recebidas e sindicâncias instauradas pela autarquia correm em sigilo processual para não comprometer a investigação. Os expedientes são regidos pelo Código de Processo Ético - Profissional (CPEP), estabelecido pela Resolução CFM nº 2.306/2022.”

Foto: Hesíodo Góes/Secom-PE Blog Carlos Britto O Governo de Pernambuco atingiu a marca histórica de 1,5 mil quilômetros de rodovias recuperadas em todas as regiões do Estado. No total, foram investidos R$ 4,6 bilhões nestas vias, por meio do ‘PE na Estrada’, o maior programa de recuperação rodoviária da história de Pernambuco. A Região Metropolitana do Recife (RMR) concentra o maior volume de recursos, com o aporte de mais de R$ 1,5 bilhão, seguida pelo Agreste, com R$ 1,2 bilhão, pelas Matas Norte e Sul, que somam quase R$ 1 bilhão, e pelo Sertão, com cerca de R$ 900 milhões investidos. “O programa PE na Estrada está em ritmo acelerado. Estamos conectando regiões, fortalecendo a economia, impulsionando o turismo e garantindo mais segurança e dignidade para quem vive e trabalha no nosso Estado. Esse é um avanço que mostra que Pernambuco voltou a investir em infraestrutura de forma estruturante e responsável. Em todas as regiões do Estado, há obras finalizadas“, afirmou a governadora Raquel Lyra. Entre as obras que integram o quantitativo já entregues estão intervenções em diferentes regiões do Estado, como a APE-009, entre Nossa Senhora do Ó e Muro Alto, em Ipojuca, na RMR; e a APE-062, em Aliança, na Mata Norte. Também foram concluídas a PE-045, entre Escada e Vitória de Santo Antão, na Mata Sul; a PE-149, entre Agrestina e Lajedo, no Agreste; a PE-270, entre Arcoverde e Itaíba; a PE-633, em Petrolina; e a PE-499, entre Terra Nova e Cabrobó, estas últimas no Sertão do Estado. “Temos avançado na recuperação de estradas de ponta a ponta de Pernambuco. Essa é uma marca histórica, mas que não vamos parar, a meta segue com obras importantes como o Arco Metropolitano“, disse o secretário de Mobilidade de Infraestrutura, André Teixeira Filho. Além das estradas já entregues, o Governo de Pernambuco mantém um conjunto robusto de obras em andamento, com ritmo acelerado de execução. Entre elas estão o Arco Metropolitano Viário, no trecho do Cabo de Santo Agostinho, com investimento previsto de R$ 632 milhões; a PE-027 (Estrada de Aldeia), com previsão de R$ 92 milhões, ambas na Região Metropolitana do Recife; a BR-104, entre o distrito de Pão de Açúcar, em Taquaritinga do Norte, e Vertentes, com R$ 141 milhões, no Agreste; a PE-060, entre Cabo de Santo Agostinho e São José da Coroa Grande, com R$ 80 milhões; e a PE-630, entre o distrito de Barra de São Pedro, em Ouricuri, e Trindade, com investimento de R$ 27 milhões. Capacidade Segundo o diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), André Fonseca, o resultado reflete a retomada da capacidade do Estado em executar grandes obras de infraestrutura. “Alcançar essa marca é fruto de um trabalho contínuo de engenharia, fiscalização e gestão. O DER atua hoje com um amplo conjunto de obras em diferentes fases, garantindo mais segurança viária, melhor mobilidade e eficiência para quem utiliza a malha rodoviária diariamente“, enfatizou. Lançado em outubro de 2024, o programa PE na Estrada é a maior iniciativa de infraestrutura rodoviária da história de Pernambuco, com um investimento total de R$ 5,1 bilhões na recuperação de diversas rodovias.

Portaria da Secretaria de Defesa Social (SDS-PE) divulgou, no Diário Oficial desta quarta (23), a expulsão do ex-sargento da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) (Foto: Arquivo/SDS) Diário de PE A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) anunciou o reforço da Patrulha Escolar da Polícia Militar, com ampliação do efetivo e aumento no número de rondas realizadas nas escolas da rede estadual. De acordo com a SDS, o programa passou a contar com cerca de 1.400 policiais militares e 93 viaturas dedicadas exclusivamente ao atendimento das escolas estaduais. As equipes realizam lançamentos diários nos turnos da manhã e da tarde, somando aproximadamente 180 operações por dia, que atendem 898 unidades de ensino distribuídas em todas as regiões do Estado. Segundo a SDS, o reforço representa um crescimento expressivo em relação aos anos anteriores. Em 2023, a Patrulha Escolar operava com 350 policiais e 38 viaturas. Já em 2025, o número de lançamentos diários de viaturas aumentou cerca de 145%, ampliando a cobertura das rondas e a capacidade de resposta a ocorrências nas áreas escolares. Além do policiamento ostensivo, o programa também desenvolve ações preventivas voltadas à comunidade escolar. Ainda segundo a SDS, os policiais envolvidos promovem atividades educativas, esportivas e culturais, com o objetivo de fortalecer o vínculo com estudantes, professores e gestores das escolas. Entre as iniciativas estão projetos que oferecem aulas de artes marciais, música e práticas esportivas, além de palestras e atividades integradas com unidades especializadas da Polícia Militar. As escolas atendidas são selecionadas com base em critérios definidos pela Secretaria Estadual de Educação, considerando indicadores de vulnerabilidade.






